30 out 2015
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O futuro e o mobile business

A proposta de valor do m-business é beneficiar o usuário com informação ou serviços a qualquer hora, em qualquer lugar, afirma o Gartner. E, assim, prevê-se que tal modalidade se expanda em proporções assustadoras se levarmos em conta os estudos da Zenith Optimedia, que apontam o setor de internet mobile como a terceira mídia publicitária do planeta em 2016 – atrás apenas dos investimentos para televisão e internet para desktops.

Dessa forma, aplicativos móveis já se tornaram o canal oficial para conduzir conteúdos e serviços aos consumidores. “Nos próximos 3 ou 4 anos, os aplicativos não ficarão mais confinados em smartphones e tablets, mas terão impacto em uma gama de equipamentos, de carros a eletrodomésticos e wearables”, diz Brian Blau, diretor de pesquisa do Gartner. “Em 2017, wearables representarão 50% do total de interações com aplicativos”, pontua.

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Vale ressaltar que grande parte dos wearables requer algum tipo de interface com o usuário – como um dispositivo de fitness, por exemplo, cujos dados são enviados para a nuvem, processados e analisados em relatórios que são enviados novamente ao usuário. Em outras palavras: aplicativos consistem em uma excelente plataforma para o desenvolvimento de produtos e serviços. Em 2017, aliás, usuários móveis proverão, com dados personalizados, mais de 100 aplicativos e serviços diariamente.

Computação cognitiva

Mas é a utilização inteligente e analítica do potencial da nuvem e dos dados digitais associados a aplicativos e gadgets que consistirá em um dos grandes trunfos tecnológicos para negócios, uma vez que usuários dependem cada vez mais de seus dispositivos móveis e de uma nuvem pessoal para o dia-a-dia.

Tal contexto deu origem à Cognizant Computing, que pode ser definida como a experiência de consumo na qual os dados digitais locados em uma nuvem exclusiva e associados ao perfil de cada indivíduo são utilizados para desenvolver serviços e atividades com maior objetividade como alarmes pessoais, pagamento de contas, gerenciamento e monitoramento de saúde e anúncios com contexto específico (por exemplo).

“O conceito começa a se estruturar por meio de aplicativos, smartphones e wearables que coletam informações sobre o usuário como paradeiro, gráfico social e sincronização”, afirma Jessica Ekholm, diretora de pesquisa do Gartner. “E”, continua, “nos próximos anos, a IoT (internet das coisas) e o Big Data convergirão diretamente com a análise – e a maior quantidade de dados fará com que os sistemas se tornem mais inteligentes”. Ainda de acordo com Jessica, em 2017 os smartphones poderão gerenciar algumas tarefas para nós melhor do que nós mesmos.

Alguém duvida?

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